quinta-feira, 24 de maio de 2012

Escolhendo o celebrante



Como nem eu nem o marido seguimos nenhuma religião (o que não seignifica que não tenhamos fé, nem que não acreditamos em Deus), a escolha do celebrante do nosso casamento não foi uma escolha óbvia como é para alguns casais que sempre frequentaram a mesma igreja ou algo do tipo. Queríamos que a nossa cerimônia fosse especial (como acredito que todos os noivos querem), que tivesse algum significado e que não fosse simplesmente uma sequência de atos ou palavras que se repetem sem sentido nenhum. Nós mesmos organizamos a nossa cerimônia, por isso ela saiu do jeitinho que nós idealizamos. Tivemos, segundo a minha perspectiva, a sorte de poder escolher a dedo as pessoas que falariam no nosso casamento. Mas e quando a cerimônia não é dirigida pelos noivos?!?!

Sinceramente, não me agradam nem um pouco aquelas cerimônias em que o celebrante resolve, desculpem-me o trocadilho, passar um sermão nos noivos. Já fui em casamentos em que o padre/pastor passou metade da cerimônia falando sobre traição. Logo num casamento! Achei muito triste e inadequada essa atitude do celebrante! Acho que, se essas lições de vida/moral devem ser passadas, que seja no tal curso de noivos e não durante a celebração do casamento. Acredito que a cerimônia do casamento deva falar sobre o amor, a amizade, o respeito, o companheirismo, ou seja, coisas boas! Esperar o dia do casamento, quando os noivos mal ouvem de tanto nervosismo, para passar ensinamentos já deve ser tarde demais.

Voltando, então, ao meu tópico inicial, acho que os noivos devem sempre conhecer minimamente o celebrante que chamam para o seu casamento, devem saber qual tipo de discurso ele costuma usar e até conversar com ele sobre suas expectativas para a cerimônia. E isso vale, na minha opinião, tanto para os casamentos religiosos, quanto para os que não são religiosos. Já vi noivos sairem de seus próprios casamentos decepcionados com a cerimônia e isso deve ser triste demais! Já vi o celebrante fazer discurso sobre como a paixão é passageira e só o amor fica para um casal que estava junto há 13 anos!

Se eu contar vocês não acreditam: fui num casamento que seria celebrado fora da igreja e o padre simplesmente não apareceu!!! Os convidados perceberam que estava demorando muito para a cerimônia começar, mas ela acabou começando. Notamos que o pastor era meio estranho, pois nem o nome do noivo ele acertava direito. Tudo bem até aí. Depois é que eu fui descobrir que o padre que tinha sido chamado para celebrar o casamento não apareceu e a cerimônia foi realizada pelo motorista do carro da noiva que, coincidentemente, era pastor! Vocês acreditam?!?!

Todo(a) noivo(a) deseja uma cerimônia que tenha a ver com o casal e eu acredito que o meio de se conseguir isso é conversando muito com a pessoa escolhida!!!

10 comentários:

  1. hhahahahah Eita! Sermão sobre traição num casamento?Que bizarro!hahahahaha
    Escolha do celebrante é algo mto sério mesmo. Um cara errado ou que não tem o perfil dos noivos pode acabar com um dia tão importante.
    Bjksss

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  2. ihhh..me preocupei agora...
    Vou ver isto direitinho...
    bjo

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    1. E outra coisa que nao poderia esquecer...amo seus comentarios la no meu cantinho..e gostaria de te-la como minha seguidora tbm...bjo

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  3. Meu Deus, o padre n aparecer é de morrer do coração!!!Eu vou casar fora da igreja e desejo muito uma celebração intimista, bem descontraída, cheia de amor...bjao

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  4. Nossa que histórias!

    Eu sou evangélica,e prefiro as cerimônias católicas,as evangélicas demoram muito,ainda não sei quem irá celebrar,mais irei conversar com o pastor.
    Mais a noiva tem que ter uma sintonia com a pessoa que irá celebrar o momento!


    Beijos

    http://eagoravamosnoscasar.blogspot.com.br/

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  5. Concordo com vc!

    Como na nossa família são várias religiões (evangélica, católica, umbandista, espiritismo), nunca iríamos agradar a todos. E o que eu queria não era apenas agradar, eu queria que tocasse o coração daquelas pessoas especiais que convidei para presenciar aquele momento único.

    Então, como nos conhecemos na ong Presente de Alegria e ela é parte muito importante de nossa vida até hoje, resolvemos convidar nosso amigo querido e fundador da ong, Ricardo Cabral. Ele é aquele tipo de pessoa que te toca lá no fundo quando fala sobre a ong, sobre caridade, amor ao próximo, amizade e respeito. Todos se apaixonam por ele. Então, ninguém melhor pra falar sobre nosso amor ♥

    E o mais engraçado: nós não sabíamos que ele nos casaria como palhaços também. Levou narizes dourados de presente e realizou a cerimônia palhacísticamente também. Foi mega especial, todos elogiaram e amaram a cerimônia, inclusive nós, os noivos =)

    Então, eu indico muito convidar uma pessoa que conheça os noivos e que fale bem!

    Beijos!

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  6. Menina, que medo dessas historias, da até um frio na barriga, acho que surto se isso acontecer comigo, rs. Mas acho que é um item fundamental mesmo, tem que pensar com muito cuidado. Beijos

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  7. Ótimo tópico amiga!
    E concordo com você! O celebrante tem que ter a ver com o casal!
    No seu foi maravilhoso adorei os celebrantes! Principalmente o "Divaldinho" rsrsrs
    Tem uma foto no meu casamento em que estão todos compenetrados com o que o meu celebrante falava! Ai ai... Até emociona lembrar tudo de novo!

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  8. Pois é Rebeca... concordo plenamente e olha eu falei exatamente o que vc escreveu neste post para o pastor que celebrou o nosso casamento, ele foi muito feliz em me perguntar quais eram as minhas expectativas para cerimônia e a primeira coisa foi sermão, lição de moral não... por favor né? Muito triste já fui a vários casamentos que o celebrante passou a maior parte do tempo falando das dificuldades da vida de casados, sem dúvida nenhuma momento inadequado para essas colocações. Adorei o post...

    bjim

    Samuelesimone.wordpress.com

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